segunda-feira, 8 de novembro de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
EUA AUTORIZAM TESTE COM CÉLULAS TRONCO EMBRIONÁRIAS EM PACIENTES
Liberação veio da Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos.
Método para o emprego das células é do grupo Geron Corporation.
Do G1, com agências internacionais
FDA libera uso de células-tronco para teste com pacientes. (Foto: Darren Hauck / Getty Images)
A Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira (30) que irá liberar o uso de células-tronco embrionárias para uma primeira aplicação em humanos.
É a primeira vez que um órgão oficial libera o emprego de células-tronco em humanos. O método, conhecido como GRNOPC1 e desenvolvido pelo grupo Geron Corporation, será voltado para o tratamento de pacientes com lesões na medula espinhal.
A FDA havia concedido a autorização para a mesma pesquisa em janeiro de 2009, mas colocou a decisão em suspensão no mês de agosto do ano passado após a descoberta de cistos em ratos de laboratório que haviam recebido células-tronco pelo método GRNOPC1.
O grupo Geron precisou desenvolver outro estudo com ratos para apresentar uma nova forma de identificar a "pureza" das células. A companhia planeja monitorar os pacientes durante 15 anos e argumenta que cistos na medula espinhal podem aparecer mesmo sem a administração de células-tronco.
Células-tronco embrionárias são conhecidas como pluripotentes por poderem gerar qualquer tipo de célula no corpo. Os cientistas têm como objetivo desenvolvê-las e aplicá-las na restauração de tecidos e órgãos em medicina.
Outro grupo de pesquisas com células-tronco, o Advanced Cell Technology, também busca autorização da FDA para realizar testes em humanos desde novembro de 2009. A empresa espera uma resposta da agência federal norte-americana dentro dos próximos 30 dias.
Método para o emprego das células é do grupo Geron Corporation.
Do G1, com agências internacionais
FDA libera uso de células-tronco para teste com pacientes. (Foto: Darren Hauck / Getty Images)
A Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira (30) que irá liberar o uso de células-tronco embrionárias para uma primeira aplicação em humanos.
É a primeira vez que um órgão oficial libera o emprego de células-tronco em humanos. O método, conhecido como GRNOPC1 e desenvolvido pelo grupo Geron Corporation, será voltado para o tratamento de pacientes com lesões na medula espinhal.
A FDA havia concedido a autorização para a mesma pesquisa em janeiro de 2009, mas colocou a decisão em suspensão no mês de agosto do ano passado após a descoberta de cistos em ratos de laboratório que haviam recebido células-tronco pelo método GRNOPC1.
O grupo Geron precisou desenvolver outro estudo com ratos para apresentar uma nova forma de identificar a "pureza" das células. A companhia planeja monitorar os pacientes durante 15 anos e argumenta que cistos na medula espinhal podem aparecer mesmo sem a administração de células-tronco.
Células-tronco embrionárias são conhecidas como pluripotentes por poderem gerar qualquer tipo de célula no corpo. Os cientistas têm como objetivo desenvolvê-las e aplicá-las na restauração de tecidos e órgãos em medicina.
Outro grupo de pesquisas com células-tronco, o Advanced Cell Technology, também busca autorização da FDA para realizar testes em humanos desde novembro de 2009. A empresa espera uma resposta da agência federal norte-americana dentro dos próximos 30 dias.
sábado, 17 de julho de 2010
EXPERIMENTOS COM CÉLULAS TRONCO TORNAM RATOS RESISTENTES AO HIV
PARIS — Pesquisadores americanos encontraram uma nova opção para o tratamento da Aids: tornar o sistema imunológico resistente ao vírus HIV introduzindo células-tronco modificadas no organismo, como anunciaram na revista Nature Biotechnology do mês de julho.
O vírus da Aids ataca células do sistema imunológico humano prendendo-se em proteínas específicas, em particular uma molécula chamada CCR5. Certas pessoas, portadoras de uma mutação que impede a aparição desta molécula, são resistentes às principais cepas do HIV.
Eliminando o gene correspondente à proteína CCR5 da célula, pode-se, então, protegê-la contra o vírus e, por fim, proteger as pessoas contra o HIV, ou ao menos limitar bastante seus efeitos em pessoas infectadas.
A equipe de Paula Cannon, da Universidade da Califórnia do Sul, utilizou os "dedos de zinco", uma técnica recente que permite encontrar precisamente a parte do genoma a ser "cortada".
Os pesquisadores eliminaram esse gene de células-tronco hematopoéticas (células originadas dos glóbulos brancos, mas também dos glóbulos vermelhos e das plaquetas). Quando se dividirem, as células vão assim produzir outras células imunológicas que não terão a proteína CCR5.
Em seguida, os pesquisadores introduziram essas células modificadas em ratos de laboratório, substituindo assim seu sistema imunológico por células humanas, antes de infectá-los com o HIV.
Depois de 12 semanas, o sistema imunológico já havia retomado sua força inicial, enquanto que as taxas de células do sistema imunológico dos ratos que receberam células-tronco não modificadas tiveram uma brusca queda. Além disso, nos ratos do grupo testado, a presença do HIV era bastante limitada.
O próximo passo consistirá em tentar aplicar essa técnica em seres humanos. Um estudo similar já está sendo testado em homens na Universidade da Pensilvânia, mas nele são modificadas as células do sistema imunológico e não células-tronco.
Esta descoberta foi divulgada a poucas semanas da grande conferência de Viena sobre a Aids, que acontecerá no dia 18 de julho.
terça-feira, 13 de julho de 2010
INSCRIÇÕES DO ENEM VAI ATÉ 16/07/2010
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano foram prorrogadas até o dia 16 deste mês, de acordo com a assessoria de imprensa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
domingo, 4 de julho de 2010
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